Entre 2010 e 2013, os servidores teriam movimentado R$ 1,3 milhão, de acordo com a investigação. Eles fraudavam a prestação de contas dos recursos, faziam saques irregulares, emitiam recibos ‘incorretos’, em nome de pessoas que não prestaram o serviço descrito no documento e até mesmo mortos, segundo a denúncia do Ministério Público do estado, na época.