Ainda de acordo com o MPT, a investigação reuniu mais de 230 ações ajuizadas apenas na Vara do Trabalho de Alta Floresta, entre 2013 e 2019, além de relatórios e sentenças que demonstraram o descumprimento sistemático das pausas previstas na legislação trabalhista e em uma Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.