Na quarta-feira (15), o caso foi encaminhado oficialmente à Coordenação do Curso, à Chefia do Departamento e à Direção do Instituto. Um processo foi aberto no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e segue em análise pela universidade.
“A parede destinada à expressão dos estudantes NUNCA foi, e nunca será, espaço para apologia ao ódio, à violência e ao extermínio. O Centro Acadêmico repudia com total veemência esses atos nojentos. Não há relativização possível: nazismo não é opinião, é crime previsto em lei e uma afronta direta à memória histórica, à dignidade humana e à convivência universitária”, afirmou em nota.