Portugal aparece na sequência, com 18 vinhos entre brancos, tintos e fortificados. Um dos destaques foi um branco do Douro produzido pela Quinta do Vallado com as uvas Rabigato, Gouveio, Arinto e Viosinho.
A América do Sul foi representada por 26 rótulos, incluindo o brasileiro.
A Argentina teve 12 vinhos selecionados, vindos de regiões como o Vale de Uco (Mendoza), o Vale de Calchaquí (Salta) e o Vale de Pedernal (San Juan).
O Chile se destacou na categoria de tintos, com oito rótulos de vinícolas prestigiadas. Entre os exemplos estão o Almaviva 2018 e o Almaviva 2021, produzidos pela Viña Almaviva, no Vale do Maipo.
Já o Uruguai conquistou cinco posições na lista, com dois brancos complementando os tintos. Entre os destaques estão o Bodega Garzón Single Vineyard Albariño 2024 e o Bodega Garzón Single Vineyard Tannat 2023, ambos da região de Maldonado, elaborados pela Bodega Garzón.
Como é feita a seleção? Criada pela William Reed, responsável também pelo The World’s 50 Best Restaurants, que seleciona os melhores restaurantes do mundo, a seleção foi feita durante três dias de janeiro, na Inglaterra, quando 29 sommeliers de 17 países degustaram e avaliaram os vinhos.