O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos revisou a previsão de produção global de milho, de 1,295 bilhão para 1,297 bilhão de toneladas. O consumo doméstico total foi ajustado de 1,301 bilhão para 1,3 bilhão de toneladas. As exportações passaram de 206,55 milhões para 206,85 milhões de toneladas, e os estoques finais, de 288,98 milhões para 292,75 milhões de toneladas.
As perspectivas globais do USDA para produção do trigo na safra 2025/26 foram revisadas para cima. As estimativas apontam aumento na importação, e exportação, e diminuição nos estoques.
A oferta global de trigo deve atingir 842,12 milhões de toneladas, 320 mil toneladas acima da projeção anterior. O departamento aumentou a previsão das importações para 218,02 milhões de toneladas, alta de apenas 0,13%.
O consumo de trigo também sobe na safra, para 824,80 milhões de toneladas, segundo o Usda, 0,09% acima da projeção de 824,06 milhões de toneladas do último relatório.
Já para os estoques finais o departamento reduziu as estimativas para 276,96 milhões de toneladas, 0,20% abaixo da última projeção.
As previsões para os EUA, que geralmente trazem um peso maior ao mercado, não se alteraram em relação ao mês anterior. A produção se manteve em 54,01 milhões de toneladas; as exportações previstas em 24,49 milhões,e os estoques finais estimadas em 25,34 milhões
Para o Brasil, o USDA manteve a projeção de produção de trigo em 8 milhões de toneladas; as importações em 7,1 milhões; o consumo total em 12,35 milhões; as exportações caíram para 2,3 milhões; e os estoques ficaram em 3,14 milhões de toneladas.
A Ucrânia teve a produção prevista aumentada em 4,25%, para 24 milhões de toneladas, enquanto a exportação caiu de 14 milhões de toneladas para 13,50 milhões de toneladas.
O USDA também manteve a projeção de 89,5 milhões de toneladas para a Rússia. O consumo (41,7 milhões de toneladas), as exportações foram diminuídas para 43,50 e os estoques finais devem ficar em 15,19 milhões de toneladas.
A Argentina teve a produção prevista mantida em 27,8 milhões de toneladas. As exportações tiveram um incremento de 8,33%, de 18 milhões para 19,50 milhões de toneladas. Já a previsão dos estoques finais do país caíram de 4,31 milhões para 3,31 milhões.