A 2ª edição da Corrida Nacional do Sesi, realizada no dia 1º de maio em Sinop (MT), foi além da prática esportiva e se consolidou como um grande movimento de inclusão, saúde e valorização do trabalhador. Com percursos de 3 km, 5 km e 10 km, o evento reuniu cerca de mil participantes e destacou-se pela diversidade de categorias, permitindo a participação de pessoas com diferentes perfis, idades e condições físicas.
“Mais do que uma competição, a corrida integra um conjunto de ações do Sesi voltadas à promoção da qualidade de vida e à prevenção de doenças, incentivando hábitos saudáveis e o bem-estar físico e mental”, lembrou a gerente executiva de Operações, Larissa Câmara. A realização no Dia do Trabalhador reforça ainda o papel do esporte como ferramenta de valorização da força de trabalho e de fortalecimento dos vínculos sociais.
Realizada simultaneamente em 26 estados brasileiros, a Corrida Nacional do Sesi deixa como legado, em Mato Grosso, “a consolidação de um evento que vai além da atividade física: promove inclusão, fortalece a saúde da população e mostra que o esporte é um caminho acessível para todos, independentemente de suas condições, cruzarem juntos a linha de chegada”, acrescentou Larissa.
Um dos grandes diferenciais da edição foi o olhar ampliado para a inclusão. O evento contou com diversas categorias voltadas para Pessoas com Deficiência (PCD), contemplando atletas cadeirantes, amputados, pessoas com deficiência visual e participantes com mobilidade reduzida. Também foram incluídas modalidades que possibilitaram a participação de condutores e familiares, ampliando o alcance da iniciativa.
“A gente trabalha muito forte a questão da inclusão. Temos categorias que normalmente não estão presentes em outras corridas, permitindo que mais pessoas participem, inclusive com apoio da família. Essa é uma corrida pensada para todos”, destacou a coordenadora de Promoção da Saúde do Sesi MT, Dayane dos Santos.
A proposta inclusiva se refletiu nas experiências dos participantes. A atleta Carla Moreira correu ao lado do sobrinho Lucas na prova de 3 km e destacou a emoção do momento. “É a nossa primeira corrida. Eu também sou PCD, tenho um problema na perna. Foi uma experiência muito especial para nós”, relatou.
Já a atleta amadora Jaqueline Carvalho, que participou pela primeira vez, ressaltou a confiança proporcionada pela estrutura do evento. “Fiquei impressionada com a organização. Me senti segura durante todo o percurso. Foi tudo muito bem planejado, desde a inscrição até a largada”, afirmou.
A corrida também reuniu participantes de outras cidades, como o jovem Estevão Horais, de 13 anos, que veio de Cuiabá para competir e foi um dos dez primeiros a alcançar o ponto de chegada.
Além das categorias inclusivas, a prova contemplou modalidades tradicionais, como geral masculino e feminino (5 km e 10 km), “Sesi na Pista” e trabalhador da indústria. A diversidade de categorias permitiu que desde iniciantes até atletas mais experientes pudessem participar, cada um dentro do seu ritmo e objetivo.
A estrutura oferecida aos participantes também reforçou o cuidado com o bem-estar, com pontos de apoio ao longo do percurso e um espaço de recuperação com frutas, crioterapia e massagem, contribuindo para uma experiência segura e acolhedora.
Os resultados oficiais da prova já estão disponíveis e podem ser acessados, CLIQUE AQUI.