Com algumas interdições das BR’s no país, o município de Sinop começa a receber o efeito na falta de combustível. Alguns postos não possuem mais o produto e proprietários de veículos estão procurando um local para tentando completar com combustível o tanque dos carros. Aproximadamente 11 postos de combustível em Sinop já esta faltando o produto e aqueles que possuem várias filas de motoristas estão se formando. Em média os motoristas estão esperando meia hora nos locais de abastecimentos.
O empresário de dois postos de combustíveis na avenida André Maggi, Gerson Luiz Werner disse ao GC Notícias que o produto estava acabando e deve durar até o inicio da tarde. “Até as 14h deve acabar tudo. Temos despesas fixas e temos que vender o nosso produto para honrar com os compromissos”, disse o empresário.
De acordo com Gerson com a falta de produto de giro a perca para o empresário poderá chegar a R$ 5mil / bruto por dia.
Em Mato Grosso os caminhoneiros bloqueiam 10 pontos das BRs-163, 364 e 070, em Mato Grosso, em protesto pela redução do ICMS do óleo diesel e pela exigência de elaboração de uma tabela fixa para a cobrança do frete no Estado.
Os caminhoneiros exigem a redução de 17% para 12% da alíquota do ICMS do óleo diesel, cuja pauta faz parte de um movimento nacional de reivindicação.
No entanto, o governador Pedro Taques (PDT) garantiu que já determinou que a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) realize um estudo sobre a viabilidade da redução do imposto.
A manifestação, que completa sete dias nesta terça-feira (24), bloqueava cinco pontos de interdição no Norte de Mato Grosso, mas ganhou mais força nos municípios de Cuiabá, Diamantino (208 km a Médio-Norte da Capital) e Sinop.
Além destes locais, a interdição acontece no Km 203 da BR-364 (Km 122 da BR-163), em Rondonópolis, e os caminhoneiros fecharam os Km 588 e 614 da BR 364, em Diamantino. Já na BR-070, a interdição acontece no Km 247 e 285, em Primavera do Leste.
Em Sinop, os trechos permaneceram fechados para o tráfego e apenas caminhões perecíveis e carregados com carga viva, bem como os veículos de passeio e transporte de passageiro, têm trânsito liberado.
Pelo país, o bloqueio das rodovias já atinge os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O empresário de dois postos de combustíveis na avenida André Maggi, Gerson Luiz Werner disse ao GC Notícias que o produto estava acabando e deve durar até o início da tarde. “Até as 14h deve acabar tudo. Temos despesas fixas e temos que vender o nosso produto para honrar com os compromissos”, disse o empresário.
De acordo com Gerson com a falta de produto de giro a perca para o empresário poderá chegar a R$ 5mil / bruto por dia. “Estamos limitando o abastecimento para os veículos para 20 litros de combustível”, concluiu o empresário.
Em Mato Grosso os caminhoneiros bloqueiam 10 pontos das BRs-163, 364 e 070, em Mato Grosso, em protesto pela redução do ICMS do óleo diesel e pela exigência de elaboração de uma tabela fixa para a cobrança do frete no Estado. Os caminhoneiros exigem a redução de 17% para 12% da alíquota do ICMS do óleo diesel, cuja pauta faz parte de um movimento nacional de reivindicação.
No entanto, o governador Pedro Taques (PDT) garantiu que já determinou que a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) realize um estudo sobre a viabilidade da redução do imposto.
A manifestação, que completa sete dias nesta terça-feira (24), bloqueava cinco pontos de interdição no Norte de Mato Grosso, mas ganhou mais força nos municípios de Cuiabá, Diamantino (208 km a Médio-Norte da Capital) e Sinop.
Além destes locais, a interdição acontece no Km 203 da BR-364 (Km 122 da BR-163), em Rondonópolis, e os caminhoneiros fecharam os Km 588 e 614 da BR 364, em Diamantino. Já na BR-070, a interdição acontece no Km 247 e 285, em Primavera do Leste.
Em Sinop, os trechos permaneceram fechados para o tráfego e apenas caminhões perecíveis e carregados com carga viva, bem como os veículos de passeio e transporte de passageiro, têm trânsito liberado.
Pelo país, o bloqueio das rodovias já atinge os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.