Membro da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI sobre as obras de Mobilidade Urbana do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT, a maior obra da Matriz de Responsabilidade da Copa do Mundo de 2014, a um custo de R$ 1,477 bilhão, o deputado Silvano Amaral (PMDB) assegurou que vai tentar se reunir com o Consórcio VLT Cuiabá, composto pelas empreiteiras CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep para cobrar um cronograma de execução das obras.
“Primeiro de tudo, a CPI tem que ser um suporte do governo do Estado para que essas obras saiam em definitivo do papel e se tornem uma realidade, pois já foram consumidos R$ 1,066 bilhão de um total de R$ 1,477 bilhão e falam da necessidade de mais recursos, então o mais importantes é atender a popular e não permitir que essa obra fique paralisada e se torne um grande transtorno para população”, disse o parlamentar peemedebista.
Já no que diz respeito a responsabilização, tanto de gestores, ex-gestores e empresas, ele dependerá do que for apurado pela CPI e de outros instrumentos legais como relatório do Tribunal de Contas de Mato Grosso e a auditoria determinada pelo governador Pedro Taques (PDT).
“Temos que dar uma satisfação a população. Se houve problemas os responsáveis terão que ser apurados, mas por se tratar de uma obra de envergadura e de grandes dificuldades é necessário se ver o que aconteceu, para não se fazer falso juízo de valor, mas reputo como fundamental, que a obra tem que se tornar realidade e atender a população da melhor maneira possivel, pois o cidadão quer o benefício que ele vai pagar através dos impostos e que isto seja de forma transparente e com lísura”, assegurou Silvano Amaral.