Apesar da expansão, o setor enfrenta limitações logísticas. Entre 2010 e 2024, 86% das cargas seguiram pelo modal rodoviário, enquanto 14% utilizaram ferrovias. A dependência das estradas tem impacto nos custos e, entre 2010 e 2022, o transporte ficou 21% mais caro, influenciado pela extensão das rotas, pelo preço dos combustíveis e pelo desgaste das vias.