O cirurgião cardiovascular Américo Kitawara, responsável pela cirurgia, exaltou a precisão da equipe multidisciplinar para o sucesso do procedimento.
“O prego estava lacerando o ventrículo direito, quase tendo comunicação com a câmara [uma das cavidades do coração]. Se isso ocorresse, não haveria mais o que ser feito. O sangramento contido foi da musculatura do coração. Se a câmara direita fosse aberta, era sangramento de litros e em poucos segundos não haveria tempo de nenhuma intervenção”, revelou.