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Sem resposta

Seis meses depois, mãe busca resposta da morte da filha em Sinop

Polícia | as
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Glaucineia Bueno, mãe de Lariene Vitoria, de apenas 11 anos, encontrada morta em um terreno baldio no bairro Boa Esperança há seis meses, ainda busca resposta do crime. O corpo da menina foi encontrado por moradores parcialmente queimado em avançado estado de decomposição.

A dona de casa, divorciada, ainda vive o sofrimento moral de não poder enterrar a filha. O Instituto Médico Legal (IML) não concluiu os exames de DNA. “Eles dizem que a demora é normal porque o exame é feito em Cuiabá”. Desabafou. 

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Apesar da pouca idade, antes de morrer, a menina precisou ser acorrentada pela mãe, na tentativa de impedir o consumo de crack. “Eu ia atrás, tentava internar, mas falavam que não tinha vagas”.

A causa da morte da garota também continua  um mistério. Existe suspeita que a criança tenha sido perfurada por golpes de faca.

De acordo com o delegado, Carlos Eduardo, a investigação do crime prossegue em sigilo pela Polícia Civil.

O IML justificou a não liberação do corpo devido à falta de reagentes químicos para o exame de DNA. 

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