“A eventual quebra de patentes de tecnologias como ação de retaliação brasileira, pode, nos médio e longo prazos, acarretar impactos sistêmicos na cadeia de suprimentos, prejudicar o acesso dos produtores brasileiros a soluções modernas e sustentáveis e enfraquecer a posição do país como líder em produtividade agrícola”, afirmou, em nota ao Valor, a CropLife Brasil, que representa empresas de sementes e defensivos.