“A ideia é garantir a produção de cortes com mais padrão, rastreabilidade e confiança, visando num primeiro momento o mercado interno, mas tornando o produto apto ao mercado externo”, comenta. “Para acessar esse mercado, é preciso escala. Quando falamos em exportação, estamos falando de encher contêineres com um ou dois cortes específicos, o que exige produção constante ao longo de todo o ano”, explica Tatiana.