Segundo ela, a medida aprovada é “absolutamente interna, não respeita as normas da OMC e não é negociada no âmbito do acordo” entre Mercosul e UE. “O que será assinado, provavelmente, no dia 20 é o que foi negociado. Eles não vieram perguntar se poderia ou não [aplicar novas salvaguardas]. É algo interno deles [europeus] que ainda tem algumas instâncias, no formato aprovado ontem preliminarmente, e que não se sustenta baseado no que está no capítulo de salvaguardas do acordo negociado”, garantiu Mori.