“Ainda somos o país mais competitivo [na exportação de soja], mas esse desempenho vai depender muito de fatores, como a confirmação de novos acordos comerciais, e ainda questões geopolíticas, como o impasse envolvendo o Irã”, ressaltou Debastiani, lembrando a fala do presidente dos EUA, Donald Trump, que declarou, recentemente, a intenção de taxar em 25% países que façam negócios com o Irã.