A prisão imprevista da funcionária no dia seguinte do crime, enquanto ela atendia uma cliente, era esperada pelo gerente da loja, que desconfiou da atitude da acusada durante o roubo. Uma sucessão de possibilidades para impedir ou diminuir o rombo na empresa foram ignoradas pela acusada.
O gerente contou que o criminoso levou as vítimas aos fundos da loja, enquanto a funcionária colocava os aparelhos na mochila dada pelo ladrão. A acusada colocou todos os aparelhos da exposição e do cofre na bolsa. “Ele não falou do cofre, mesmo assim ela foi lá e pegou os aparelhos”.
O gerente ainda estranhou a funcionária não apertar o botão que acionaria a porta de segurança, trancando o ladrão com as vítimas. “Ela poderia ter saído pela porta e pedido ajuda, mas pegou todo o estoque da loja”.
O prejuízo calculado do roubo foi de R$ 200 mil, valor investido para vendas do dia das mães. A loja oferece R$ 10 mil reais para informação que leve a polícia a encontrar os aparelhos.