Glauber Silveira, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), atribui o momento de valorização à entressafra, que combinada com a disputa comercial entre EUA e China adiciona pressão de alta para o milho no Brasil.
“A demanda mundial por milho está aquecida, e a briga da China com os EUA pode favorecer o Brasil, ainda que os chineses não sejam um grande comprador nosso. Foram 9 milhões de toneladas em 2024, mas eles já foram nosso principal parceiro no milho”, observa, referindo-se a 2023, quando o país adquiriu 17,4 milhões de toneladas, das 55,6 milhões toneladas de milho exportadas pelo Brasil.