“É uma perseguição”, disse o presidente do Sindicado Rural de Sinop, Ilso Redivo sobre a investigação do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan. O relato foi feito na manhã desta segunda-feira (23) em uma manifestação em frente a Polícia Federal, localizada na Avenida das Figueiras.
Galvan foi alvo na última sexta-feira (20) de uma ordem judicial do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal. A ação investiga incitação a atos violentos e ameaçadores contra a democracia.
A manifestação foi formada por um grupo de produtores rurais, com faixas, placas e tratores, que protestaram em apoio a Antônio Galvan. Segundo a assessoria, o presidente não foi ouvido nesse momento, pois não conseguiram contato com Brasília.
Procurado pela reportagem, Antônio Galvan, afirmou que a Polícia Federal foi “extremamente” gentil.