O estudo mensurou não apenas o impacto na produção, mas também no manejo: 91% dos entrevistados afirmaram que seu rebanho já recebeu ou costuma receber produtos para prevenção e tratamento do carrapato. Ao mesmo tempo, apenas 20% utilizam calculadora de produtividade (ROI) para decidir sobre a compra de parasitários, indicando que a decisão raramente é orientada por uma análise formal de retorno econômico.
“Quanto mais infecções por esses parasitas, além do impacto na redução do peso e na produção do leite, muitas vezes eu vou ter de fazer um manejo maior, despender mais mão de obra, mais tempo e mais energia para conseguir controlar”, observa Fernando.