François Venter, professor da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo, e coautor do estudo, destacou ao The Guardian que medicamentos para HIV, tuberculose, malária e hepatite já estão disponíveis em países de baixa e média renda por preços próximos ao custo de produção — salvando milhões de vidas enquanto ainda permitem que fabricantes de genéricos operem com margem suficiente para garantir oferta sustentável. Para ele, o mesmo modelo pode funcionar com a semaglutida.