De uns anos para cá, artistas de rua tem usado os semáforos da cidade de Sinop como palco. Um desses artistas é Christofer Silva da Costa, de 23 anos. Ele é de Curitiba, mas já faz dois anos que está longe de casa. Sua última parada foi no Estado vizinho, o Pará. De lá, veio para Sinop de carona. Está há 3 dias na cidade, tentando levantar uns trocados para voltar à capital paranaense, onde mora sua família. “Eu vivo da arte e pude conhecer 5 países fazendo o que amo. Acredito que a humanidade tem que fazer o que gosta para ser livre. O dinheiro não é tudo na vida. Trabalhar em uma empresa para os outros fazendo o que não gosta, não é evolutivo. Faço shows grátis no semáforo e vejo que o dinheiro é a consequência do que eu transmito e a minha intenção aqui não é somente ganhar. O verdadeiro propósito é fazer o que gosto. Quem puder me ajudar, bem. E quem não colaborar, não tem problema, pois a arte é para todos”.