A polícia identificou que o esquema era liderado por chineses que moram na região central da cidade de São Paulo. Segundo os investigadores, brasileiros eram cooptados para organizar grupos em um aplicativo de mensagens, onde os golpes eram aplicados. Essas pessoas eram monitoradas pelos líderes do esquema e remuneradas com criptomoedas.
O dinheiro obtido no esquema criminoso era lavado através da compra de criptomoedas, de créditos de carbono e na exportação de alimentos de Boa Vista (RR) para a Venezuela. Uma única empresa, envolvida no esquema, chegou a movimentar mais de R$1 bilhão em 2024, de acordo com a polícia.