Por ser próxima da fronteira com a Bolívia, a região se tornou uma das rotas mais usadas para o tráfico de drogas, segundo a Polícia CiviI. A partir de 2022, grupos criminosos se infiltraram na região e, em 2024, entraram no garimpo, sendo que parte deles são investigados pela destruição provocada na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
Paralelo a isso, uma operação integrada entre as forças de segurança foi deflagrada em 1º de agosto do ano passado e já destruiu 150 escavadeiras hidráulicas e causou prejuízo de mais de R$ 226 milhões ao garimpo ilegal na região, segundo o Ministério dos Povos Indígenas.
A operação é coordenada pelo Ibama em parceria com Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Força Nacional, Gefron, Polícia Civil e Polícia Militar de Mato Grosso e Goiás cumpre uma determinação da Justiça Federal para expulsar os garimpeiros ilegais numa ação chamada de desintrusão, que não tem prazo para encerrar.