O emprego de cães de ataque revelou-se um vetor recorrente de lesões corporais e violência institucional. Vários foram os detentos que relataram uso indevido de cachorros O reeducando apresentou à equipe de inspeção uma lesão profunda e nítida na região glútea, com marcas características de mordedura, evidenciando que o animal foi utilizado como arma de coerção física durante o procedimento.
As imagens das câmeras de segurança corroboram o uso ostensivo e intimidatório de cães, registrando, inclusive, momentos em que os animais são instigados a avançar contra os detentos. Uma das imagens mostra o cachorro já com a boca aberta para morder o preso.