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COVID-19

Novo decreto autoriza a abertura de igrejas e restaurantes

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Novo decreto autoriza a abertura de igrejas e restaurantes

Sinop tem 13 casos confirmados de Covid-19, sendo apenas dois em internação hospitalar. A estabilização no número de pessoas contaminadas estimulou a prefeitura a flexibilizar algumas medidas adotadas para contenção da epidemia. A ordem é “equilibrar” a prevenção à saúde com a necessidade do trabalho.

O novo decreto municipal 083/2020, expedido pela prefeita Rosana Martinelli, autoriza abertura das igrejas, restaurantes, bares e demais estabelecimentos do tipo que ainda tinham seu funcionamento restrito pelo decreto anterior. O documento, revelou Rosana, foi construído em comum acordo com o judiciário, afim de evitar uma mudança repentina nos rumos. “Muitos comerciantes acabaram fazendo estoques com a última liberação e depois foram proibidos de trabalhar. Por isso a discussão com os órgãos do judiciário, para que seja uma posição sólida”, declarou.

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A abertura de igrejas está condicionada à adoção de normas, como manter o afastamento das pessoas e manter a desinfecção do local. A celebração não pode durar mais de uma hora e os fieis em grupo de risco devem ser desaconselhados a participar. Qualquer contato físico está desestimulado. A sagrada comunhão deverá ser entregue, exclusivamente, nas mãos dos fiéis e as coletas de ofertas deverão ser afixadas em locais estratégicos, a fim de evitar a circulação e contato diretamente com o utensílio.

Os templos também precisam dispor de locais com água e sabão para lavar as mãos, além do álcool 70%.

Como já determina a lei estadual aprovada, é obrigatório o uso de máscara. As igrejas devem operar com lotação inferior a 50% da capacidade.

Normas similares também foram aplicadas para o setor de alimentação. As mesas devem estar há pelo menos dois metros de distância. Nenhuma aglomeração é permitida. Desinfetantes devem ser disponibilizados para higiene das mãos. Utensílios de uso intenso, como máquinas de cartão de crédito, por exemplo, devem se higienizadas após cada uso. “O novo decreto busca um equilíbrio entre a vida e a saúde das pessoas”, traduziu o procurador jurídico da prefeitura, Ivan Schneider.

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