O menino, que havia sido adotado pelo casal em 2018, disse à polícia que estava furioso e não pensou nas consequências de atirar no seu pai, de acordo com os autos do processo. Jillian contou a investigadores que foi acordada por um barulho alto e achou que estava sentindo cheiro de fogos de artifício. Ela cutucou o marido para tentar acordá-lo, mas ele não se mexeu. Já estava morto.