A instituição informou que Hayashi foi indicado pelo seu departamento de saúde “após análise de documentos, informações prestadas pelo médico e notícias encontradas em redes sociais, bem como referências apresentadas pelos seus 25 anos de serviços prestados como médico, não se tendo conhecimento do processo criminal informado”.
Segundo a Justiça de São Paulo e denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu em 2022, na residência de Milton Hayashi, durante uma visita da sobrinha. De acordo com os autos, durante uma interação na piscina, o médico tocou a vulva da vítima, que tinha 9 anos à época.