Já em Psicologia, a coordenadora Vera destacou o caráter crítico e abrangente da área que, segundo ela, oferece uma formação multidisciplinar e proporciona aos estudantes diversas possibilidades de atuação profissional.
“Os setores que mais contratam recém-formados na áreas são os setores públicos em expansão educação, justiça, segurança pública, inclusão social, pessoa com deficiência, e saúde pública. A Psicologia oferece meios de compreensão e atuação sobre os processos de subjetivação em meio ao campo social. É uma ciência crítica e integrada à saúde”, completou.
Os estudantes costumam ingressar com uma visão limitada da profissão, segundo a coordenadora, como se Medicina fosse apenas hospitalar e Psicologia apenas clínica, mas se surpreendem com a diversidade de áreas e a profundidade teórica que oferecem das áreas.
A coordenadora Vera Lúcia explicou que os estudantes chegam com uma visão limitada da profissão, mas se surpreendem com a profundidade teórica e a diversidade de áreas de atuação.
“Mesmo que os alunos cheguem com uma visão limitada da Psicologia, como sendo apenas clínica, eles se mostram abertos a explorar outras áreas e mergulham com entusiasmo em pensamentos densos e complexos”, disse.
O coordenador de Medicina, Pedro Crotti disse que o uso de metodologias ativas também surpreende os alunos no início, e tem sido muito eficiente na formação dos estudantes de medicina.
“Eles passam a ser protagonistas do próprio aprendizado, em grupos pequenos acompanhados por tutores. Isso melhora o rendimento e é hoje o modelo mais aceito para formar médicos”, contou.
Dedicação e inserção profissional
A coordenadora Lúcia informou que apesar das rotinas intensas e da necessidade de conciliar estudo e trabalho, os alunos demonstram alto nível de dedicação. O engajamento em projetos de pesquisa e extensão é apontado como um diferencial para a inserção no mercado.
“A dedicação dos alunos de Psicologia é alta, mesmo diante de rotinas intensas e da necessidade de conciliar estudo e trabalho. O engajamento em projetos de pesquisa e extensão é um diferencial para quem se insere mais rapidamente no mercado”, informou.
Já o professor Pedro Crotti contou que a dedicação dos alunos de Medicina é perceptível e se dedicam desde o Ensino Médio, já que os vestibulares são muito concorridos e a nota de corte é alta. E com a concorrência alta, a diferença entre o primeiro aluno colocado e o 40º colocado é muito pequena.
“Décimos de pontos separam os alunos classificados e aprovados nos cursos de Medicina do país”, afirmou.
Ainda segundo Pedro, todos se engajam no curso rapidamente e contam com uma estrutura de acompanhamento psicopedagógicos dos alunos.
“Os alunos estão satisfeitos com o curso de Medicina, já que o índice de desistência do curso tem sido zero, e que há uma inserção rápida no mercado de trabalho após a graduação”, disse.