A vida e a arte estão atreladas. Cada um de nós é privilegiado com dons diferentes. A Jornada Cultural promovida em Sinop mostrou exatamente essa miscigenação de talentos. Cada espaço foi criado com objetivo de levar as pessoas a uma viagem pela arte.
Sinop em constante crescimento e as pessoas que deram início a esta grande cidade não poderiam faltar nesta Jornada Cultural. Exposição Literária da escritora Leni Zilioto.
Precisamos de sombra
O debate sobre a urbanização foi feito embaixo das árvores do Campus UFMT. O ambiente falou por si só.
Música que cura!
As oficinas foram feitas em salas arejadas e com discussões saudáveis e com profissionais qualificados. A oficina que obteve maior número de pessoas foi a de Musicoterapia.
Toma fôlego
Professores falam do desafio da respiração para o músico do instrumento de sopro.
Arte da nossa terra
Entrando no Centro de Eventos Dante de Oliveira, as primeiras peças de artesanato. O ambiente ficou colorido e leve. Quem quiser adquirir essas peças pode encontrar na casa do Artesão.
Memórias do pó de serra
O labirinto de quadros da Mari Bueno, mostrando nas fotos a realidade no incio de Sinop e peças conceituadas.
Quanto a lente tem alma
A fotógrafa Celita Schneider tirou fotos da realidade africana. Seu trabalho na expedição está agrupado na “Exposição e Conexões”. Essas peças foram vendidas e o dinheiro obtido foi enviado para as famílias que foram registradas pela lente da fotógrafa.
Não fique parado
Tudo que se movimenta emite som, instigar nossa percepção musical
Não é uma força
A mostra também reservou lugares interessantes de observação, que além de entreter, ensinam as mais novas noções da física e da arte.
Faltou influenciar mais
Tive o privilégio de participar da mesa que abordou as mídias digitais e suas influências. Um dos temas que foram discutidos é que nossa cidade não tem o hábito de participar desses eventos culturais. Em Sinop há uma mistura considerável de culturas. Todos concordaram que houve falha na divulgação do evento e na exemplificação do que iria acontecer para a sociedade. A localização, o horário comercial, entre outros aspectos que dificultaram a participação da grande massa. Mas o principal que foi falado pela mediadora da Mesa Daniela Melhorança é “que eventos como esses têm que ser feito todos os anos, para que se crie hábito em nossa cidade e que possamos incentivar nossos artistas locais”.