A investigação é conduzida pela Polícia Civil e deve ouvir um trabalhador que também foi baleado no ataque contra as irmãs, cometido por três suspeitos, que fugiram do local e não foram identificados, nem presos, até a última atualização desta reportagem.
O relato de onde parte a investigação detalha que as vítimas teriam ido até uma área rural para contestar um serviço de instalação elétrica feito por uma empresa terceirizada.