Os riscos se devem ao fato de o smartphone poder funcionar como um “amplificador”. “Ele amplifica o sedentarismo, a privação de sono, a exposição a estímulos emocionais intensos sem maturidade cognitiva para processá-los”, exemplifica a pediatra. “O aparelho é um ambiente digital permanente, portátil, social e muito estimulante, e tudo isso compete diretamente com processos do neurodesenvolvimento da criança.”