O governo deve se reunir está tarde, para discutir a situação dos caminhoneiros que seguem os protestos nas principais rodovias federais no país. A principal reivindicação é o aumento do preço do frete e a diminuição do óleo diesel. Em entrevistas o ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rosseto, disse que a diminuição do preço do combustível por litro não é assunto de pauta do governo.
Rosseto alegou que o aumento do preço parte da Petrobras e não do governo. Porém, a variação do preço nas bombas para o consumidor depende de decisão dos postos de gasolina.
Outra reivindicação apresentada para o governo é que prorrogue o prazo de carência das dívidas contraídas por meio do programa Pró-caminhoneiro, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Em Sinop o protesto que segue para o oitavo dia e já afeta os postos de combustível e outros seguimentos como o fornecimento de alguns produtos alimentícios e gás de cozinha que, de acordo com informações, em uma rede de supermercado o produto está acabando. Até o momento não há previsão do desbloqueio da rodovia por parte dos caminhoneiros .