Apesar do otimismo com a virada do negócio, ele reconhece que a situação não é trivial, com necessidade de capital de giro, capex, falta de confiança dos produtores e desgaste com os credores. Nos últimos 15 anos, Teixeira trabalhou em reestruturações de empresas do agro e avalia que é possível o grupo aproveitar a safra do ano que vem. “O plano é é estar pronta para receber os grão a partir de janeiro”, diz o novo dono.