Para Daniele Siqueira, da AgRural, seria lógico que os prêmios de exportação do Brasil caíssem nesta época do ano, ainda mais com previsão de safra recorde. “Com a tarifa chinesa sobre a soja americana e a pressão sobre as cotações em Chicago, a tendência é de que os prêmios continuem firmes mesmo com o avanço da colheita no Brasil. Não se espera, porém, que os prêmios subam tanto quanto em 2018, na primeira guerra comercial”, disse.