O Instituto Gerir, administradora do Hospital Regional de Sinop, contratado pelo ex-governador Pedro Taques (PSDB), criticou duramente o governo de Mato Grosso depois do afastamento da diretoria na quarta-feira (16), anunciada pelo Secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo. Por meio de nota, o instituto afirmou que a dívida com estado acumulou em R$ 30 milhões e orientou o governo priorizar princípios da ética e moralidade.
A intervenção no hospital foi anunciada durante a visita do secretário de Mauro Mendes (DEM). O estado declarou quebra de contrato do instituto, por não reservar mensalmente 3% dos pagamentos. O decreto publicado ainda aponta paralisação de médicos e enfermeiros.
A nota do GERIR diz que a despesa com o hospital está acumulada desde do início do contrato, em dezembro de 2017. O instituto afirma que a dívida com fornecedores dos hospitais de Rondonópolis e Sinop acumulam em R$ 30 milhões.