Segundo a defesa, o delegado vinha passando por um período de “grave sofrimento psicológico” nos últimos dois meses, provocado pelas condições de trabalho em uma cidade marcada pela atuação de facções criminosas.
“Nos últimos dois meses, o Delegado Bruno vinha atravessando um período de grave sofrimento psicológico, precipitado por uma crise familiar de alta complexidade, somada ao peso acumulado de anos de trabalho em condições de extrema tensão. Essa combinação de fatores gerou uma deterioração progressiva de sua saúde mental, reconhecida e acompanhada de perto por sua família. Os fatos que resultaram na lavratura do Auto de Prisão em Flagrante são inequivocamente reflexo desse quadro de stress”, diz trecho da nota.