“Na época, universidades do mundo todo uniram-se com grandes laboratórios, e a ciência foi levada ao limite, tendo parâmetros regulatórios ajustados, sem perder segurança, e desenvolveram a vacina que salvou milhões de vidas. Agora, universidades, Institutos de ciências, associações de pacientes e empresas farmacêuticas e de inovação poderão trabalhar no Brasil em cooperação, se houver inteligência coordenada nos setores interessados”, avaliou.