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Sinop

CPI dos Alugueis aguarda avaliação dos preços dos imóveis

Política | as
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As próximas ações da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), formada para investigar os gastos com alugueis da prefeitura de Sinop, serão determinadas após a apresentação dos laudos técnicos de avaliação dos imóveis. A afirmação é do presidente da CPI, vereador Fernando Brandão (SDD). “Todos os trabalhos que poderiam ser adiantados pela comissão já foram feitos. A partir de agora aguardamos apenas os laudos técnicos que apontarão qualquer estranheza nos imóveis locados pela prefeitura”, explicou Brandão.

Os profissionais que irão analisar os valores pagos pela prefeitura foram contratados através de licitação. Segundo Brandão, o processo já foi concluído, contratando um avaliador de Sinop, um de Lucas do Rio Verde e outro de Cuiabá. Cada um desses profissionais irá analisar os imóveis locados pela prefeitura e expedir uma avaliação, informando o preço ideal para o aluguel de cada prédio. “Os contratos que ficarem acima da média apontada nas avaliações serão revisados pela comissão, possivelmente chamando seus proprietários para prestar esclarecimentos”, revela o presidente da CPI.

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Conforme Brandão, o proprietário do imóvel cujo contrato motivou a instalação da CPI já foi ouvido pela comissão. Trata-se do prédio localizado no Bairro Menino Jesus, alugado pela secretaria de Saúde para a instalação de uma farmácia regional. O imóvel foi locado em março de 2015 e ficou sem uso (fechado), até o mês de novembro. Nesse intervalo de tempo o município pagou R$ 176 mil referente ao aluguel do prédio.

 

Gastos com alugueis

Atualmente a prefeitura de Sinop aluga 59 imóveis e tem um custo mensal de R$ 428 mil com alugueis. Embora seja uma cifra expressiva (R$ 5,2 milhões por ano), comparado com a despesa total da prefeitura o gasto com imóveis é irrisório. O executivo encerrou o ano de 2015 movimentando mais de R$ 285 milhões. Ou seja, os gastos com alugueis respondem por 1,8% das despesas da administração municipal. Para 2016, a projeção do orçamento é de R$ 347 milhões. Se os gastos de alugueis forem mantidos, representarão 1,5% do orçamento anual.

As maiores despesas com locação estão na secretaria de Saúde e na secretaria de Educação.

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