No ano passado, o volume negociado com os iranianos chegou a 9 milhões de toneladas, mais que o dobro da quantidade importada pelo país do Oriente Médio em 2024.
“Ainda não há detalhes operacionais de como esse tarifaço vai ser aplicado, mas o mercado já começa a fazer conta. Se o Brasil mantiver esse fluxo com o Irã, entra no radar das tarifas dos EUA. Se reduzir, sobra milho aqui dentro”, disse, em boletim, a Royal Rural.