Segundo os pesquisadores, o caso de remissão prolongada relatado no estudo pode estar relacionado a vários fatores, incluindo uma carga tumoral reduzida no momento do tratamento ou uma maior susceptibilidade do tumor à terapia.”Estudos anteriores já demonstraram que pacientes tratados com uma menor quantidade de doença tendem a ter melhores resultados, o que destaca a importância do momento da intervenção”, explica ao g1 a médica neozelandesa Helen Heslop, principal autora da publicação.
Normalmente, as células T do corpo são projetadas para detectar e combater invasores como bactérias e vírus. No entanto, como o câncer é composto por células do próprio organismo que crescem de maneira descontrolada, isso dificulta o reconhecimento pelo sistema imunológico.