Em depoimento, a vítima, que classifica Rodney como um “monstro”, declarou que era mais fácil ceder do que enfrentar as consequências de desafiá-lo. A britânica afirmou que ela era “nada mais que um objeto” e disse que o seu algoz “a levava para sair” até cinco noites por semana, quando os crimes sexuais ocorriam. Durante o julgamento, Rodney alegou que os atos eram consensuais e uma “fantasia” entre os dois.