“Se considerar os equipamentos, frete, energia e outros custos, a despesa é de R$ 1,5 mil por tonelada de capacidade estática construída. Então, só para acompanhar o ritmo de crescimento da produção de grãos, sem diminuir o déficit existente, seria preciso investir R$ 15 bilhões por ano em armazenagem”, diz Bertolini, que também é presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho).