O mercado de commodities sofre influência global sobre política, economia e acordos entre países, ou seja, com a globalização qualquer informação de impacto e interesse mundial traz oscilações para as bolsas de valores ao redor do globo, sendo desta forma esta semana não foi diferente nas negociações pautadas pelas bolsas de Chicago e B3 (antiga BMF).
Presenciamos no início da semana uma das maiores altas históricas do dólar elevando assim o preço da soja em Paranaguá base exportação a trabalhar próximo dos R$91,00/sc no melhor momento do pregão, vindo na sequência da semana declarações de Donald Trump que estenderia o prazo de negociações entre empresas Americana com a HAWEI (gigante de tecnologia Chinesa), elevando assim as cotações de CBOT (Bolsa de Mercadorias de Chicago), aliado ao colapso econômico na América latina onde fortaleceu o dólar, trazendo um tom de otimismo para o mercado com boas indicações de preços para a soja.
Já na quarta feira 20 de novembro, feriado em SP onde não houve operação da B3 sendo desta forma sem cotação para o dólar, alguns compradores tentaram se posicionar buscando liquidações a R$72,00/sc base Sinop, mais sem sucesso uma vez que o mercado de exportação ainda se encontra estagnado devido as incertezas comerciais entre as duas potencias mundiais China e EUA.
Encerramos a semana com mercado em baixa para a soja e com muita instabilidade para as cotações, o dólar nesta sexta feira teve sua máxima cotação a 4,2006, mínima cotação a 4,1741 e encerrando a cessão de operações na Bolsa hoje cotado a R$4,1929 perante o real.