A presidente da Associação Protetora dos Animais do Município de Sinop (APAMS), Luciani Chiarello, se pronunciou na manhã desta terça-feira (03), sobre o caso envolvendo a denúncia de uma suposta retirada de dois animais de raça de uma jovem, em Sinop.
Conforme a responsável pela instituição, eles não foram acionados por meio de denúncia anônima, e sim pela Polícia Militar que foi atender a um caso de despejo, e como na casa estavam os cachorros foi preciso acionar a APAMS.
“Nós fomos acionados através da Polícia Militar porque a dona da casa tinha acionado a PM e como eles chegaram no local e havia esses animais, nos chamaram, conforme nos relataram, era um caso de despejo”.
Ao ser questionada, Luciani afirmou que em nenhum momento os cachorros foram colocados para adoção, e muito menos foram castrados. “Como esses animais não ficaram disponíveis para adoção eles não foram colocados no abrigo e sim ficaram em um lar temporário, justamente para evitar polêmica e para não fazer com que as pessoas viessem querer adotá-los, uma vez que são de raça”, pontuou.
Para finalizar, a presidente relatou que em momento algum teve contato com a tutora dos animais, nem no momento do resgate e nem no procedimento de colocar os animais no lar temporário, o contato só foi feito algum tempo depois.
A proprietária recebeu os animais de volta na tarde desta terça-feira.