A unidade prisional passou por um motim no dia 31 de dezembro de 2025, desencadeado, segundo relatório, por brigas interpessoais entre as detentas. O conflito pode ter sido agravado pelas condições precárias da unidade, marcadas pela carência de serviços básicos que garantem a dignidade das internas, como a inexistência de biblioteca, de cantina para venda de produtos permitidos e de espaço adequado para assistência religiosa.