Na segunda posição, os grandes proprietários de terras aparecem com inadimplência em 9,8%, seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de produtores de pequeno porte (7,8%).
“O perfil do crédito rural, marcado por tíquetes mais altos, prazos mais longos e maior exposição financeira, faz com que poucos inadimplentes concentrem montantes expressivos de dívida, ampliando o risco mesmo em um cenário de taxa [de juros] relativamente controlada”, afirma Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian.