Lucas Tupinambá, presidente do Conselho Indígena Tapajós-Arapiuns (CITA), a ocupação da Cargill “é resultado direto do Estado brasileiro e de grandes corporações que continuam a impulsionar projetos de infraestrutura na Amazônia sem atender às demandas expressas há muito tempo pelos povos que vivem na região”.
“Não aceitaremos um modelo que priorize a exportação de commodities, ignorando os direitos indígenas e as leis ambientais. Queremos nosso rio vivo, não um corredor de exportação morto”, disse.