Uma reaproximação entre EUA e China, com a definição de acordo de comercialização de soja, vai trazer “dor de barriga” aos produtores brasileiros “até as abóboras se ajeitarem na carroça e até que se consiga entender impacto”, disse Gauer. “No curto prazo, vai trazer reflexo nos preços, de pressão caso isso aconteça, principalmente quebrando prêmios, reduzindo prêmios nos portos brasileiros”, completou.