Contudo, o especialista destaca que as avaliações técnicas apontam o comportamento do felino como uma resposta a uma situação em que o animal se sentiu ameaçado.
“O ataque não ocorreu pelas costas e foi uma resposta da onça a um incentivo negativo, ou seja, pode ter sido provocado pela aproximação [do trabalhador] a uma carcaça, por exemplo. É uma resposta da onça por causa dessa aproximação ou porque se sentiu ameaçada. A intenção não foi de matar, e sim de repreender, por isso que os ferimentos são arranhões e não mordidas”, explica Rogério.