Segundo o sócio da RGF, especialista em reestruturação, Rodrigo Gallegos, muitas empresas endividadas que chegam a essa condição dizem ter sido prejudicadas por fatores como a alta dos preços dos insumos, problemas climáticos, avanço da taxa básica de juros (Selic) ou até pela pandemia de covid-19. Há também casos de dificuldade na gestão financeira.
“Esse aumento já era esperado. O mercado mostra uma desaceleração na economia, e acreditamos que vai começar a desacelerar mais e afetar as empresas de modo geral. No agro, como há um uso de capital intensivo, vemos que haverá dificuldade maior, em relação aos demais setores”, diz Gallegos.